Se for para fazer uma pesquisa acadêmica sobre jornal, ninguém tem dúvida: há toda uma bibliografia consolidada, no Brasil e no exterior, que dá conta das rotinas de produção dos diários, que questões econômicas como o papel e a integração impresso-online, da sociologia das redações e dos estudos de recepção que abordam a relação entre os leitores e os tablóides, standards ou compactos. Se o objeto for televisão, mais ainda: livros, artigos e dossiês infinitos tratam das linguagens e particularidades do telejornalismo. Com rádio e revista, a mesma coisa. E isso para não mencionar o jornalismo de internet, que estourou há pouco mais de 20 anos, mas cuja bibliografia é tão extensa que faz parecer uma atividade centenária.

Agora, se o seu tema de pesquisas são agências de notícias, aí a realidade é outra.

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