Em julho de 2013, a Universidade Complutense de Madri realizou uma oficina sobre o futuro das agências de notícias e do mercado de distribuição de informação, com o impacto da “aparição da internet e das redes sociais”, além das tecnologias móveis, como smartphones e tablets. Sob o nome “O Futuro das Agências de Notícias”, foram apresentados dados de um relatório de pesquisa com usuários e gestores de agências que procurou saber como eles viam a relação entre as redes sociais e as agências, entre outras informações.

O evento foi co-organizado pela Servimedia, uma agência de notícias privada da Espanha, teve a participação de Benito Berceruelo e Iñaki Torres, consultores da empresa espanhola Estudio de Comunicación, e fazia parte da programação dos Cursos de Verão da universidade.

O vídeo com o a primeira palestra do curso, “O papel das agências de notícias no século XXI”, tem pouco menos de 20 minutos e está em espanhol. Nele, Berceruelo menciona que os dados obtidos mostram confiança na integração das novas formas de mídia ao negócio das agências, mas que por outro lado criam problemas de concorrência das agências com seus próprios clientes. Alguns resultados da pesquisa estão abaixo:

  • El 37% indica que las redes sociales son una fuente periodística para las agencias.
  • El 48% opina que los conceptos de periodismo de marca o ‘brandjournalism’ complementarán el medio.
  • El 91% está seguro de que los responsables de medios y de departamentos de comunicación tienen claro que las nuevas tecnologías dan mayor volumen a la información.
  • Sobre la calidad de este último punto, el 35% refiere que es menor, un 28% que es igual, el 31% cree que mejora notablemente el contenido.
  • El 67% los entrevistados ven a las agencias como medios ‘online’. Para ellos es compatible ofrecer noticias a otros medios como mayoristas y publicarlas a la vez en las páginas web  de las propias agencias de manera gratuita.

O resto do relatório e do programa do curso pode ser acessado neste link.